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O Galego já é oficial na UE

por admin Correio-e

7. A nossa aposta é reintegracionista, pois consideramos que o único futuro do galego passa por integrar-se no mundo da Lusofonia que permitirá a sua sobrevivência, ajudará ao seu prestígio e, sobretudo, fará com que os utentes tenham um universo de possibilidades de relações humanas, comerciais e culturais ao seu dispor.

Por José Manuel Barbosa*

lusofonia

Já há dez anos, no 1994, algumhas pessoas da AGAL tivemos possibilidade de conhecer o funcionamento do parlamento europeu e de experimentarmos "in situ" a situaçom das diferentes línguas comunitárias graças ao convite feito à nossa Associaçom pola Coligaçom Galega (C.G.) liderada na altura, e ainda hoje, polo que foi europarlamentar José Posada.

Foi no mês de Março e na semana imediatamente anterior à Semana Santa quando um pequeno grupo de representantes da AGAL entre os que figuravam o nosso actual Tesoureiro Jesus Miguel Conde, Carlos Garrido, Secretário da Comissom Línguística, Xavier Paz, José Manuel Aldeia, Rosário Fernandes Velho e um que isto vos escreve.

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Sobre o decreto do galego no ensino

por admin Correio-e

6. Consideramos que, frente ao recrudescimento do discurso refractário ao galego na vida pública, a política lingüística nos últimos quatro anos se tem caracterizado polo continuísmo com a era fraguista. E que com a chegada do novo governo à Junta da Galiza se aproximam tempos de retrocesso e de concessom aos sectores mais espanholistas.

por Paulo Gamallo*

continuismo

Como muitos de vós, suponho, levo vários meses discutindo e tecendo argumentações sobre um dos temas estrela da recente campanha eleitoral, nomeadamente o Decreto 124/2007 que regula o uso do galego no sistema educativo.

Como muitos de vós, suponho, levo vários meses discutindo e tecendo argumentações sobre um dos temas estrela da recente campanha eleitoral, nomeadamente o Decreto 124/2007 que regula o uso do galego no sistema educativo. Reconheço que, como soe acontecer nestes casos, falava e argumentava sem ter lido o decreto. Onte mesmo, com ajuda de São Google, resolvim lê-lo e compará-lo com o seu predecessor, o Decreto 247/1995, redigido e aprovado na era do fraguismo. Sempre pensei que eram mais ou menos parecidos. Pois não, estava enganado. Não são semelhantes, são basicamente idênticos. Cuspidinhos. Poderia-se mesmo falar de plágio. Ao respeito da educação infantil, o novo decreto não muda nada do anterior: em ambos, respeita-se a língua materna das crianças.

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Falamos de que?

por admin Correio-e

falamos de que?

Iniciamos umha série de pensamentos em alta voz para esclarecermos os pormenores do nosso manifesto.

Obrigado a todas as nossas colaboradoras e colaboradores.

Começamos com um artigo de Paulo Gamallo, publicado originalmente em Vieiros sobre o sexto ponto do nosso manifesto: o continuísmo em matéria de política lingüística dos governos e os escuros tempos com o novo governo.